Atenção!

Este site oferece apenas informações à nível educacional. Se você está buscando diagnóstico ou tratamento de ferida(s) crônica/complexa(s) os aconselhamos à procurar centros especializados em feridas. Os centros especializados estão, geralmente, localizados em hospitais universitários (público) ou clínicas especializadas.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

APRESENTAÇÃO DA AUTORA

O interesse na área de feridas crônicas surgiu desde a graduação na Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT (1997), enquanto a primeira bolsista (1996) de iniciação científica (PIBIC/CNPq) do ambulatório de feridas e ostomias do Hospital Universitário Júlio Muller (UFMT).
Em 1997 me graduei em enfermagem (UFMT) e entao iniciei atividades assistenciais em  hospitais de Cuiabá e docencia na UFMT e mais tarde (1999) em uma Universidade privada para formaçao de futuras enfermeiras. Nos hospitais e tambem em campos de estagios atuei em unidades de urgencia e emergencia, clinica,  cirurgica e Unidade de Terapia Intensiva(UTI), onde por muitas vezes me deparava com situaçoes desafiadoras no atendimento de pacientes com feridas complexas, dentre os quais úlcera por pressão em pacientes criticos.
No Brasil o enfermeiro tem autonomia para prescrição de condutas de enfermagem, dentre as quais o tratamento tópico ao paciente com feridas, desde que tenha conhecimento baseado em evidencias cientificas e experiencia clinica. Assim minha motivação para aprofundar esse conhecimento cientifico me conduziu para o mestrado em úlcera por pressão com inicio no ano de 2001 na Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto da Universidade de São Paulo (EERP/USP) sob Orientação da Profa Dra Maria Helena Larcher Caliri.
Em 2003 conclui o mestrado sob a tematica de úlcera por pressão em pacientes de Unidade de Terapia Intensiva (Dissertação e artigo), retornei ao meu estado, continuei como docente em cursos de graduação em enfermagem. Também no mesmo ano fui aprovada em um concurso público do Estado de Mato Grosso, no qual fui empossada na Escola de Saude Publica de Mato Grosso (ESPMT) por 8 anos onde ministrei cursos de capacitação para trabalhadores de saúde do Governo de Mato Grosso em Prevençao e Tratamento de Feridas, desenvolvi pesquisas, artigos cientificos (veja link), orientaçoes academicas sobre essa tematica e um projeto para o Ministério da Saúde do Brasil para financiamento da construção e implementação de um serviço de atendimento ao portadores de feridas crônicas em Mato Grosso. Inaugurado em 2008 o serviço é atualmente denominado de "Ambulatório de Dermatologia Sanitária" (CERMAC/SES/MT), e conhecido como um centro de referência em feridas crônicas para o Estado de Mato Grosso.

Em 2011 tive minha lotação transferida para esse Ambulatorio no qual coloquei na pratica clinica o conhecimento acumulado até o momento. Nesse serviço tive muita satisfação em compartilhar o meu saber, bem como aprender com a equipe interdisciplinar composta por grandes profissionais: médicos (vasculares, dermatologistas, ortopedistas e endocrinologistas), enfermeiros e técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, nutricionistas, assitente social e psicóloga. Em novembro de 2011 recebi com muita satisfaçao o convite de uma admirável colega de nossa equipe, para ser a enfermeira responsável pela implantação de mais um serviço de feridas em Mato Grosso (o 3th) em uma das maiores empresas de convenio de saúde do Brasil – UNIMED - seção Mato Grosso. Esse serviço foi inaugurado em maio de  2012 e é atualmente referencia em atendimento privado aos pacientes com feridas complexas no estado.

A cada passo rumo a melhoria da assitencia aos pacientes com feridas sentia uma grande satisfação profissional que me impulsionava, seja atraves das capacitaçao para meus colegas e alunos, de desenvolvimento de pesquisas, da implantação dos serviços entre outros. Porém o melhor sentimento ocorria ao verificar no rosto dos pacientes e familiares  a alegria com o avanço do processo de cicatrização e a cicatrização esperada, muitas vezes, por  longos anos (2, 5, 8 ou 30 anos).

Como enfermeira experiente em feridas crônicas também sou habilitada em desbridamento instrumental conservador  por meio de dois cursos realizados no Brasil (com pratica na pata do porco) e experiencia. Também sou responsável pela implementação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) que envolve a admissão e evolução dos portadores de feridas de complexa cicatrização, registros fotográficos após autorização do paciente e comitê de ética em pesquisa, bem como prescrição da terapêutica tópica.

Figura 1 - Prática Clínica
 Atualmente estou morando no Canadá com minha família e tenho o propósito de  compartilhar meu conhecimento e experiencia também neste país, bem como fazer cursos de capacitaçao e doutorado nesta área, pois sei que aqui existe também uma sociedade de cuidados com feridas denominada Canadian Association Wound Care (CAWC) bastante atuante e que desenvolveu um conjunto de Protocolos em tratamento de feridas, denominado Best Practice Recommendation no qual tive a oportunidade de conhecer profundamente e escrever um artigo de  revisao integrativa da literatura sobre o desenvolvimento deste guideline para úlcera por pressão e que está em vias de ser públicado no Brasil.   
A idéia de construir esse blog surgiu após várias solicitações de colegas e ex-alunos de graduação, pós graduaçao e cursos de capacitação, que me procuram para esclarecimento de dúvidas e troca de experiência nessa área.

Aqui serão postados sínteses de casos clínicos (link) de pacientes com feridas crônicas que obtiveram cicatrização e também alguns casos que ainda não foram solucionadas e todos poderão participar enviando sugestões de terapêuticas com fundamentação científica.
Esse espaço é nosso!! Enviem comentários, experiências, dúvidas, pesquise, debata, convide colegas, divulgue esse espaço, vamos divulgar conhecimento, vamos contribuir para melhorar a assistência de enfermagem em feridas crônicas e aproveitar para aprender ainda mais. Os nossos pacientes agradecem!!!
Que a busca de conhecimento e a satisfação em utilizá-lo na prática clínica sejam as molas propulsoras da nossa profissão!! Que Deus nos abençoe e ilumine durante a construção desse projeto!!
Sejam bem Vindos!!!

Enfa Msc. Idevânia Geraldina Costa
Enfermeira do Ambulatório de Dermatologia Sanitária do CERMAC/SES/MT
Mestre em Enfermagem na Área de Feridas Crônicas pela EERP/USP. 
Membro do Grupo de estudos e Pesquisa  em Segurança do Paciente  EERP/USP






 

33 comentários:

  1. nem li a pagina..vim só fazer o teste..depoius abro de novo..prá ler..mas, parabens pela iniciativa...bye

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  2. Olá Rosa entre sim sempre que puder, deixe seus comentários que serão bem vindos. Espero vê-la aqui em breve..abs

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  3. Ide, em sua opinião, qual a relevância de um ensaio clínico de utilização de ácido acético em escaras, considerando que já é uma terapêutica comumente usada nesse tipo de ferida ? Beijos.

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  4. Olá Lêda fico feliz em tê-la em nosso Blog, já trazendo uma pergunta muito pertinente para os enfermeiros que estão na prática clínica, espero vê-la mais vezes aqui e que recomende nosso Blog aos que se interessam neste tema!!
    Bjos querida..

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  5. O ácido acético é uma solução anti-séptica assim como o PVPI, peróxido de hidrogênio,hipoclorito de sódio, clorexidine etc e realmente esses possuem ação bactericida para micro-organismos gram-negativos e gram-positivos mas a grande desvantagem dessas soluções é que são citotóxicas para os fibroblastos (responsável pela síntese de colâgeno e elastina que formarão o epitélio).

    Pesquisadores avaliaram o ácido acético0,5% e 0,25%, a solução de PVP-I a 1%, o peróxido de hidrogênio a 3% e a solução de hipoclorito de sódio 0,5 % [líquido de Dakin]), quanto a toxidade in vitro, em culturas de fibroblastos humanos e em culturas de S. aureus, constataram que essas soluções apresentaram mais toxicidade para os fibroblastos (responsável pela síntese de colágeno e elastina) que para a bactéria. O ácido acético 0.5% Tb demonstrou ser tóxico para os fibroblastos em cultura, reduziu a proliferação de células epiteliais e retardou a cura dos tecidos para enxertos. Assim, as concentrações a 0.5% são tóxicas para regeneração do epitélio. Sugere-se que a solução de ácido acético pode ser usada com muita cautela (muita messsmmmmo) em pequenas feridas infectadas. EU PREFIRO NÃO ARRISCAR E VOCÊ!!!

    REFERÊNCIA:

    Ferreira Enéas, Lucas Rosemeire, Rossi Lídia Aparecida, Andrade Denise. Curativo do paciente queimado: uma revisão de literatura. Rev. esc. enferm. USP [ Internet]. 2003 Mar [cited 2011 Aug 08] ; 37(1): 44-51. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v37n1/06.pdf

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  6. Oieee, ameii e ja li seus artigoss.. gosto muito de feridas tb rss, fiz um curso com a Dr. Nadia Poletti resp. pelo ambulatorio de feridas do hospital de base de SJR muito bomm, mais tenho certeza q preciso de mais atualizaçoes.. fiquei muito felizzz pelo reconhecimento do cursoo.. beijos!!! Juliana Adari

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  7. Olá Jú que legal que vc fez curso de feridas com a Nádia, nós tivemos a mesma orientadora de ela é referência em feridas em SJRP! Quanto ao curso (UNED) sempre disse para confiarem em mim lembra??...srsrsrs. A dedicação e responsabilidade foram as palavras de ordem para alcançar o sucesso!!...rsrsrs. Mas Que alegri ter sua participação aqui no Blog e que bom saber que vc gostou. Entre sempre e participe esse espaço é de Todos Nós!! Vc é muito especial...saudades, bjos

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  8. Olá MANA, Parabéns pela iniciativa, é isso aí, temos que socializar o conhecimento principalmente na área da saúde que é tão necessária, desejo sucesso e muito acesso, afinal é sua área de atuação e sei que com sua dedicação e profissionalismo poderá contribuir muito com a cicatrização de feridas.
    Beijoss

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  9. Oi Isa sua opinião é muito importante e bem vinda...mas é isso mesmo a ciência é dinâmica e está sempre em evolução, por isso o que é verdade hoje pode não ser mais amanhã e atualizar é realmente necessária principalmente quando lidamos com vida!! Obrigada por tudo vc é muito especial...bjos

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  10. Olá!Ainda bem que vc abriu este Blog... Tô precisando da sua ajuda. Meu filho Rodolfo pegou catapora e como complicação adquiriu uma fasceite necrotizante, foi internado lá em Diamantino no entanto o pediatra dele preferiu tranferí-lo para Cuiabá.Foi realizado o desbridamento a oito dias, ele continua internado com o uso de antibiótico EV: Oxacilina e Ceftazidima a dez dias.O curativo tá sendo realizado com kollagenase e AGE(este por conta própria)desde o dia do desbridamento, no entanto a lesão parece não diminuir. Necessito de uma orientação sua. Beijus...

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  11. Olá Maria Regina fico feliz que este Blog está sendo útil para vc que tb foi uma ex-aluna muito querida...mas é assim mesmo as vezes essas duas tarefas lindas e difíceis de ser mãe e enfermeira nos pregam cada peça hein!! Esse é um caso muito delicado e vc tem toda razão em pedir orientações, mas fique tranqüila que, quanto à terapêutica tópica, poderei te ajudar!!! Bom importante esclarecer que este Blog tem a finalidade de responder dúvidas exclusivamente de acadêmicos e profissionais de saúde, pois não temos a pretensão de tratar pacientes via on-line até porque a ferida precisa ser tratada por um profissional que conhece a fisiologia do processo de cicatrização, os tipos de produto e coberturas disponíveis para cada fase e quando utilizar cada um deles. Nossa finalidade é apenas esclarecer dúvidas e dar informações científicas. Como vc já é uma profissional (enfermeira) fica fácil esclarecer algumas dúvidas suas certo? Mas para isso seria importante saber um pouco mais sobre as características da ferida , como: localização, tecidos presentes no leito após o desbridamento (somente granulação? Há tb fibrina?) tipo e quantidade de exsudato; se é profunda ou rasa e tamanho. A avaliação é muito importante para determinar o tratamento. Hoje há uma grande quantidade de produtos e coberturas disponíveis no mercado e a escolha dependerá do tipo de ferida que temos e também do acesso à esses produtos e coberturas. Ficarei aguardando seu retorno para melhor te orientar!! Forte abraço.

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  12. Ide, estou documentando esse caso através de fotos. Enviarei no seu imail algumas, isto é como a lesão enconträ-se no momento. Abraços!!!

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  13. ótimo Maria Regina, assim fica melhor. Aguardarei seu e-mail Ok. Bjos.

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  14. Resposta sobre a ação de pomadas Enzimáticas e Ácidos Graxos Essenciais (A.G.E):
    As pomadas enzimáticas a base de colagenase, são indicadas PRINCIPALMENTE em presença de tecidos necrosados, pois degradam o colágeno eliminado pela ferida.
    Desvantagem: não promove meio úmido e não degrada fibrina, gordura e queratina.

    O A.G.E - promove a quimiotaxia e a angiogênese, mantém o meio úmido e acelera o processo de granulação tecidual. Indicação: prevenção de úlceras por pressão, feridas abertas superficiais com ou sem infecção.

    Dicas: na minha prática clínica tenho observado que devido a alta absorção do AGE pela pele, é necessário que seja reaplicado a cada 4h ou 6h apenas no curativo primário (sem trocá-lo)isso ajuda manter o meio úmido, evita que a gaze grude na ferida, e acelera o processo de cicatrização...temos obtido muito sucesso em casos que utilizamos desta forma.
    Referências:
    site de feridas da Profª. Drª Maria Helena Larcherm Caliri Link: http://www.eerp.usp.br/projetos/feridas/tratpres.htm

    Franco D; Gonçalves LG. Feridas cutâneas: a escolha do curativo adequado. Rev. Col. Bras. Cir., Rio de Janeiro.[Internet]. 2008; 35 (3):203-206. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rcbc/v35n3/a13v35n3.pdf

    Manhezi AC, Bachion MM, Pereira AL. Utilização de ácidos graxos essenciais no tratamento de feridas. Rev Bras Enferm, [Internet]. 2008. 61(5): 620-9. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v61n5/a15v61n5.pdf

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  15. olá Ide, adorei o blog, fico feliz pela iniciativa de contribuir com seus conhecimentos com todos nos profissionais da área.
    Pra mim será de grande utilidade pois estou atuando em um HospitaLar (asilo)aonde tenho varias situações de clientes com mobilidade prejudicada, diabéticos e com sequelas de Hanseníase. E concerteza tirarei minhas duvidas com uma mestre! Até mais...bjus!!!!

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  16. Nayane Kelen de Ávila e S. Santana30 de agosto de 2011 20:51

    Olá Idevânia! Parabéns pela iniciativa do blog..
    Assim como vc, eu também me apaixonei pela atuação da enfermagem em tratamento de feridas ainda na faculdade, no projeto de extensão da Universidade com o Ambulatório de Feridas do HUJM. Foi uma experiência fantástica que quero levar adiante na pesquisa do meu mestrado. Porém, sei que muitos dos meus colegas não tiveram a mesma oportunidade que tive, e que há muitos Enfermeiros que têm muito pouco conhecimento no assunto. Acredito que pela autonomia que o Enfermeiro tem nesse tipo de cuidado, todos devem buscar se aprofundar e se atualizar para realmente levarmos a qualidade na assitência das pessoas que tanto sofrem com esse mal. Agora estarei sempre por aqui.. Novamente, parabéns!

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    1. Desculpe Nayane, eu estava revisando todas os comentarios do site e somente agora encontrei o seu sem responder. Mil desculpas!! Bom fico muito feliz com mais uma enfermeira apaixonada por feridas. Bom na verdade eu nao sou apaixonada por feridas..rsrsr eu sou apaixonada pelo processo de cicatrizaçao...rsrs Fico muito feliz em ver uma cicatriz, pois isso significa que conseguimos alcanaçar o objetivo profissional e do paciente!! Olha se voce ver minha aparesentaçao na pagina inicial, vera que tb iniciei no Ambulatorio de Feridas do HUJM, fui a primeira bolsista junto com a professor Sonia Ayako!! Depois tive o prazer em conhecer a profa Irene Kreutz que coordena o atual projeto com os academicos. Desejo lhe muito sucesso! abs

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  17. Querida Nêmora fiquei muito feliz com sua visita e também em saber que está trabalhando em um setor muito interessante no qual este Blog lhe trará várias contribuições. Assim que puder entre aqui e nos envie um caso de paciente com ferida que você atender, podemos trocar experiências ok. Bjocas!

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  18. Olá Nayane que legal sua paixão por feridas, eu fui a primeira bolsita do ambulatório de feridas do HUJM, iniciar foi muito dificil mas o suficiente para nunca mais parar.Realmente lá é uma escola:)Também concordo que todos deveriam ter essa experiência ainda na faculdade, mas nem sempre há oportunidades para todo mundo. Por isso tive a iniciativa de abrir este Blog para compartilhar com todos e incentivar a busca por mais conhecimento além do que adquirimos na faculdade. Faça sim o mestrado e seria interessante tb uma especialização em estomaterapia ou dermatologia caso siga esse rumo...Obrigada e volte sempre. Abraços

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  19. Enfª.Silkiane M. Capeleto9 de fevereiro de 2012 15:11

    Oi Ide...quanto tempo heim?! Agora além de enfermeira, docente, esposa e também mãe o tempo fica bem curtinho né, particularmente adorei esse blogger...sempre me interessei por feridas, muito bom mesmo, pode deixar que sempre visitarei, será de grande auxílio nas aulas práticas nas unidades de saúde!!!! Estamos esperando sua visita tá!!! Bjus!!!

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  20. Olá Silk...bom receber sua visita, é mesmo hein o tempo passa depressa e logo vemos ex- alunas se tornarem enfermeiras, docente, esposa e mãe...Parabéns!! Me disseram que seu bebê é lindo! Fico feliz que vc gostou do blog, se tornou membro e utilizará em suas aulas...vc pode conectar aqui durante as aulas e convidar seus alunos a discutirem os casos clínicos, o que eles podem fazer nesses casos com os recursos que tem disponivel e o que fazer para adquirir os produtos recomendados! Meu trabalho nesses 10 anos foram sempre voltados à fazer os profissionais entenderem que são eles quem precisam padronizar os produtos em seu serviço e são eles quem precisam parar de recomendar os produtos que são citotóxico ou sem efeito benéfico (Ex: colagenases, antibióticos tópicos, PVPI, etc), precisamos ter produtos que são nossos aliados e não os vilões... o enfermeiro precisa escrever protocolos no serviço e fazer discussões com a equipe aprovando esses e levando para o gestor aprovar e colocar no orçamento financeiro. Como docente vc pode levar essa questão para discussão, colaborando assim para a melhoria dos serviços e da qualidade de vida do portador de feridas!! Forte abraço, bjinhos para o baby

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  21. Parabéns Ide muito bom ter mais este recurso elaborado por uma profissional tão séria como você. Mônica Gamba

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    1. Obrigada Mônica!! É como você sabe eu gosto muito do que faço...e fico feliz em poder ajudar pelo menos dando alguns direcionamentos para uma pratica clinica efetiva!! Forte abraço

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  22. Oi gostaria de fazer um curso em feridas para aprimorar ainda mais meus conhecimentos eu moro em são paulo vc conhece algum escola boa?

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  23. Boa Tarde. Meu Pai tem sequelas de hanseanise e possui feridas cronicas do qual estamos cuidando a anos e nada a faz diminuir. Assim quero informações de como posso fazer para levá-lo a dar a ele um tratamento diferenciado? se quizer pode me passar informações no email: dalvaspecian@gmail.com

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  24. Olá, trabalho com feridas e encontrei seu blog. Espero que possa me ajudar na busca da cura dos meus pacientes. Tenho um paciente em especial que possui uma ferida em mie de 25 cm e 360graus, estávamos usando placa de colageno,porém não temos mais este recurso e por ser extremamente exsudativa colhi um swab e deu positivo para pseudomonas e klebsiela. Como estamos sem recursos o paciente quer comprar uma terapia para poder continuar o tratamento, mas estamos em dúvida de qual cobertura podemos usar junto com os antibióticos im que está tomando.

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  25. Olá, trabalho com feridas e encontrei seu blog. Espero que possa me ajudar na busca da cura dos meus pacientes. Tenho um paciente em especial que possui uma ferida em mie de 25 cm e 360graus, estávamos usando placa de colageno,porém não temos mais este recurso e por ser extremamente exsudativa colhi um swab e deu positivo para pseudomonas e klebsiela. Como estamos sem recursos o paciente quer comprar uma terapia para poder continuar o tratamento, mas estamos em dúvida de qual cobertura podemos usar junto com os antibióticos im que está tomando.

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  26. Olá, trabalho com feridas e encontrei seu blog. Espero que possa me ajudar na busca da cura dos meus pacientes. Tenho um paciente em especial que possui uma ferida em mie de 25 cm e 360graus, estávamos usando placa de colageno,porém não temos mais este recurso e por ser extremamente exsudativa colhi um swab e deu positivo para pseudomonas e klebsiela. Como estamos sem recursos o paciente quer comprar uma terapia para poder continuar o tratamento, mas estamos em dúvida de qual cobertura podemos usar junto com os antibióticos im que está tomando.

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  27. Boa noite, Idevania. Estava buscando informações sobre tratamento de feridas e encontrei seu blog (que sorte!). Sou enfermeira Mestre tb e atualmente trabalho numa UBS, na qual acompanhamos vários casos de feridas. Gostaria de tirar uma dúvida contigo: pelo que nos foi informado, não é indicada placa de hidrocolóide em feridas úmidas. No entanto, tenho um caso de uma senhora de 90 anos, com UPP no trocanter, onde foi aplicada a placa e heis que esta se tornou úmida. Neste caso, é indicado permanecer com a placa ou retirá-la imediatamente?

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  28. Boa noite, Idevania. Estava procurando informações sobre tratamento de feridas e fui presenteada com este blog. Parabéns pels iniciativa! Sou enfermeira, mestre em saúde pública e trabalho atualmente numa UBS, onde acompanhamos vários tipos de feridas. Gostaria de tirar uma dúvida contigo: no caso de feridas úmidas é indicado usar placa de hidrocolóide?

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  29. OLÁ, Idevânia, sou aluna do curso de graduação em Enfermagem e estou estudando Estomaterapia agora, hoje conheci seu blog e me interessei muito, adorei todo o conteúdo, li alguns comentários e perguntas dos participantes e me senti privilegiada pela disposição de um exemplo de enfermeira como vc. Parabéns por sua carreira, as conquistas no estado do Mato Grosso e pelo blog.

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  30. Gostaria de saber se tem conhecimento de alguma cidade de Goiás que faz esse tratamento e se tem email que eu possa enviar fotos para ver se é esse o tratamento.
    Consigo comprar esse curativo em farmácias?

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  31. Boa tarde,

    Sou enfermeira em um ambulatório de feridas e gostaria de saber indicação para feridas em pacientes com anemia falciforme (maléolo),Obrigada.

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